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A Marinha do Brasil participa de um importante esforço internacional voltado à construção de diretrizes para o uso seguro e harmônico de novas tecnologias nucleares no setor marítimo. A iniciativa reúne representantes de diversos países, organizações internacionais e especialistas para discutir aspectos regulatórios, técnicos e operacionais relacionados à aplicação da energia nuclear na navegação.
A participação brasileira reforça o compromisso do País com o desenvolvimento responsável de tecnologias nucleares e com a adoção dos mais elevados padrões de segurança, proteção ambiental e cooperação internacional.
Os estudos integram discussões promovidas no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), em colaboração com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e Estados-membros interessados na evolução do marco regulatório para embarcações que utilizem sistemas nucleares avançados, incluindo os Pequenos Reatores Modulares (SMRs).
O objetivo é estabelecer bases técnicas e normativas que permitam a incorporação dessas tecnologias ao transporte marítimo de forma segura, harmonizada e compatível com os instrumentos internacionais de navegação.
Durante as reuniões, a Marinha do Brasil compartilha sua experiência acumulada nas áreas de segurança nuclear, licenciamento, engenharia naval e operação de sistemas de propulsão, contribuindo para o desenvolvimento de recomendações que poderão orientar futuras regulamentações internacionais.
A participação brasileira também fortalece a inserção do País nos debates sobre inovação marítima e evidencia a capacidade nacional de colaborar em temas estratégicos relacionados à energia, defesa e desenvolvimento tecnológico.
A busca por alternativas de baixo carbono para o transporte marítimo tem impulsionado o interesse internacional por tecnologias nucleares aplicadas à propulsão naval. Nesse contexto, os estudos discutem como os reatores avançados poderão contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa, mantendo elevados níveis de segurança operacional e proteção ao meio ambiente.
A atuação da Marinha do Brasil nesse processo reafirma o protagonismo brasileiro nas discussões sobre o futuro da tecnologia nuclear e sua aplicação em soluções inovadoras para o setor marítimo.
Fonte: Agência Marinha de Notícias
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) deu mais um passo importante em sua estratégia de internacionalização ao assinar um acordo de cooperação estratégica em pesquisa na área nuclear com uma instituição chinesa. A parceria fortalece a colaboração científica entre Brasil e China e amplia as oportunidades de desenvolvimento de projetos de pesquisa, inovação tecnológica e formação de recursos humanos altamente qualificados.
A iniciativa reúne pesquisadores e instituições dos dois países em torno de temas considerados estratégicos para o futuro da energia nuclear, promovendo o intercâmbio de conhecimento e a construção de redes internacionais de pesquisa.
O acordo prevê a realização de projetos científicos conjuntos, intercâmbio de docentes, pesquisadores e estudantes, além da promoção de atividades acadêmicas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias nucleares e aplicações inovadoras em diferentes áreas da ciência e da engenharia.
A colaboração também contribuirá para ampliar a participação da UFRJ em iniciativas internacionais de pesquisa, fortalecendo a produção científica e a integração com centros de excelência no cenário global.
Além do desenvolvimento tecnológico, a parceria tem como objetivo incentivar a mobilidade acadêmica e a formação de novos pesquisadores, criando oportunidades para programas de intercâmbio, atividades de pós-graduação e cooperação entre laboratórios brasileiros e chineses.
A aproximação entre as instituições reforça o compromisso da UFRJ com a excelência científica e com a construção de soluções inovadoras para desafios relacionados à energia, tecnologia e desenvolvimento sustentável.
A assinatura do acordo evidencia o papel da UFRJ como protagonista na pesquisa nuclear brasileira e fortalece sua atuação em áreas estratégicas de ciência, tecnologia e inovação. Ao ampliar a cooperação internacional, a Universidade cria novas oportunidades para o desenvolvimento de conhecimento de alto impacto e para a consolidação de parcerias que beneficiam a comunidade acadêmica e a sociedade.
Fonte: UFRJ
O professor Aquilino Senra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), participa do Nuclear Communication Experience 2026 (NCE26), evento que reúne representantes do setor nuclear, especialistas, pesquisadores, comunicadores e profissionais para discutir o papel da energia nuclear no futuro energético do Brasil.
Em sua terceira edição, o NCE26 será realizado no dia 18 de agosto de 2026, das 9h às 13h, na Fecomércio RJ, no Rio de Janeiro. A programação é organizada pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN) e reúne três painéis dedicados a temas estratégicos para o setor nuclear brasileiro.
O professor Aquilino Senra integra o Painel 2, intitulado “Sem Pessoas, não Há Transição Energética: cadeia produtiva, empregos e a nova geração do setor nuclear”.
A discussão será mediada pelo jornalista Vinícius Dônola (BandNews TV) e contará também com a participação de Gabryele Moreira, da Women in Nuclear Brasil (WiN Brasil), e Leonam Guimarães, da AMAZUL.
O painel propõe ampliar o debate sobre a contribuição do setor nuclear para a transição energética a partir da perspectiva da formação de profissionais, geração de empregos qualificados, inovação tecnológica e oportunidades para as novas gerações.
A participação do professor Aquilino Senra também se relaciona a um dos desafios estratégicos atualmente discutidos no setor: a necessidade de formação, contratação e retenção de profissionais qualificados para acompanhar uma possível expansão das atividades nucleares no Brasil. Em publicação da ABDAN, o professor destaca que a discussão sobre recursos humanos para o setor nuclear deve estar associada a uma visão de longo prazo e a uma política de Estado para o desenvolvimento do setor.
Além do painel sobre a nova geração do setor, o NCE26 contará com discussões sobre energia, geopolítica e soberania, abordando o novo protagonismo da energia nuclear diante de questões relacionadas à segurança energética, autonomia tecnológica e minerais críticos.
A programação também reforça a importância da comunicação para aproximar o setor nuclear da sociedade e da imprensa, ampliando o acesso a informações e debates sobre temas estratégicos para o desenvolvimento energético e tecnológico do país.
A participação de Aquilino Senra, professor da UFRJ, contribui para aproximar a universidade das discussões sobre energia nuclear, transição energética, formação de recursos humanos, inovação e desenvolvimento tecnológico, fortalecendo o diálogo entre academia, setor produtivo e sociedade.
Evento: Nuclear Communication Experience 2026 – NCE26
Data: 18 de agosto de 2026
Horário: 9h às 13h
Local: Fecomércio RJ – Rio de Janeiro
Participação: Professor Aquilino Senra (UFRJ)
Painel: “Sem Pessoas, não Há Transição Energética: cadeia produtiva, empregos e a nova geração do setor nuclear”
Fonte: ABDAN
Nos dias 11 e 12 de agosto, a Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade (SecNSNQ) promoveu o curso “Conceitos Básicos de Aplicações Pacíficas das Tecnologias Nucleares para Comunicação Estratégica”, organizado e ministrado pela Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica (SBPR). A atividade foi realizada no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre as duas instituições, em novembro de 2025, cujo plano de trabalho contempla ações de capacitação e intercâmbio de conhecimentos nas áreas de proteção radiológica e temas correlatos.
O curso abordou conceitos relacionados às aplicações das ciências nucleares e à proteção radiológica, com foco na compreensão de informações técnicas e em sua comunicação para diferentes públicos. As atividades foram organizadas em três módulos: Panorama das Aplicações Pacíficas da Tecnologia Nuclear; Fundamentos da Proteção Radiológica; e Comunicação do Risco, Ciência e Sociedade.
Entre os assuntos tratados estiveram monitoramento e detecção, arcabouço regulatório, segurança física, transporte de material radioativo, rejeitos radioativos e comunicação de risco. A abertura foi conduzida pelo Dr. Josilto de Aquino, presidente da SBPR, que apresentou as principais atribuições da instituição e contextualizou a presença da tecnologia nuclear no cotidiano, destacando a diversidade de suas aplicações pacíficas e seus benefícios para a sociedade.
Na sequência, a Prof.ª Dr.ª Denise Levy, diretora de Comunicação da SBPR, conduziu as atividades do primeiro dia. Doutora e pós-doutora em Tecnologia Nuclear pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/USP) e professora colaboradora do programa de pós-graduação da instituição, Denise abordou conceitos relacionados às aplicações nucleares, à proteção radiológica e à comunicação de temas científicos e de risco.
No segundo dia, o Prof. Samir T. Torres, físico e diretor-tesoureiro da SBPR, integrou a programação, contribuindo para o aprofundamento dos conteúdos sobre destinação de rejeitos radioativos e instrumentos de detecção e medição das radiações.
A capacitação reuniu militares e civis de diferentes Organizações da Marinha do Brasil que atuam na área nuclear, além de representantes da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). A participação de profissionais de diferentes instituições contribuiu para ampliar o intercâmbio de conhecimentos e experiências, fortalecendo a capacidade de comunicação sobre temas nucleares e favorecendo uma compreensão cada vez mais clara, responsável e qualificada das aplicações pacíficas da tecnologia nuclear.
Fonte: SecNSNQ e SBPR
O Nuclear Communication Experience (NCE) 2026, reconhecido como o maior evento de comunicação nuclear da América Latina, promoverá um importante debate sobre o papel das pessoas na construção do futuro da energia nuclear e da transição energética.
Com o tema "Sem pessoas, não há transição energética: cadeia produtiva, empregos e a nova geração do setor", o Painel 02 reunirá especialistas de diferentes áreas para discutir os desafios da formação de profissionais, o fortalecimento da cadeia produtiva e a preparação de uma nova geração capaz de atender às demandas de um setor em constante transformação.
O debate contará com a participação de Vinícius Dônola, Aquilino Senra, Gabryele Moreira e Leonam Guimarães, profissionais com ampla experiência nas áreas de comunicação, indústria, pesquisa e desenvolvimento da energia nuclear.
A programação destaca um dos temas mais relevantes para o futuro da matriz energética: além dos avanços tecnológicos, a expansão do setor depende da qualificação de recursos humanos, da geração de empregos especializados e do fortalecimento da interação entre universidades, centros de pesquisa, empresas e instituições públicas.
Ao reunir especialistas e lideranças do segmento, o Nuclear Communication Experience 2026 reforça seu papel como um espaço estratégico para discutir inovação, comunicação e desenvolvimento sustentável, contribuindo para ampliar o diálogo sobre a importância da energia nuclear na transição para uma economia de baixo carbono e na formação dos profissionais que irão liderar esse processo nas próximas décadas.
A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) publicou os editais dos programas PIBIC/PROBIC, destinados à seleção de bolsistas de Iniciação Científica, oferecendo uma excelente oportunidade para estudantes de graduação desenvolverem atividades de pesquisa em instituições vinculadas à Comissão.
Os programas têm como objetivo incentivar a formação de novos pesquisadores, promovendo a participação dos estudantes em projetos científicos e tecnológicos nas áreas de energia nuclear, engenharia, ciências exatas, saúde, meio ambiente e demais áreas estratégicas de atuação da CNEN.
Por meio da Iniciação Científica, os participantes poderão ampliar sua formação acadêmica, desenvolver competências em pesquisa e integrar equipes de pesquisadores, contribuindo para a produção de conhecimento e inovação científica no país.
A iniciativa reforça o compromisso da CNEN com a formação de recursos humanos qualificados e com o fortalecimento da pesquisa científica brasileira, estimulando o desenvolvimento de jovens talentos e sua inserção no ambiente da pesquisa.
Os interessados devem consultar os editais para conhecer os requisitos, cronograma, critérios de seleção e demais informações sobre o processo de inscrição.
Mais informações e acesso aos editais podem ser consultados nos canais oficiais da CNEN.
Fonte: CNEN
Pesquisadores, estudantes, profissionais e demais interessados estão convidados a participar do Minicurso "Inteligência Artificial e Transformação Digital no Setor Nuclear", uma iniciativa que abordará as principais aplicações da Inteligência Artificial no contexto da engenharia, pesquisa e inovação voltadas ao setor nuclear.
Ao longo de três dias, o minicurso apresentará conceitos fundamentais, aplicações acadêmicas e industriais, além de discutir perspectivas futuras sobre o uso da Inteligência Artificial para ampliar a confiabilidade, a segurança e a eficiência em diferentes áreas da tecnologia nuclear.
A programação contará com a participação das professoras Dra. Eliene Silva (ELISTEC/ANSN), Dra. Andressa Nicolau (UFRJ), Dra. Ketia Kellen (EGN/UFRGS) e Dra. Ana Gabriella Amorim (CNEN), especialistas nas áreas de engenharia nuclear, inteligência artificial, informática aplicada e segurança.
Informações do evento:
Programação:
Inscrições
As inscrições são gratuitas para participantes do INAC 2026.
Inscreva-se por meio do LINK disponível em nosso site e confira todas as informações sobre a programação do minicurso.
Não perca esta oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre Inteligência Artificial aplicada ao setor nuclear e conhecer as tendências que estão impulsionando a transformação digital na área.
Mais informações AQUI